domingo, 10 de setembro de 2017

Virtualidade intemporal




No Virtualismo trabalho os contornos das imagens, não me detenho no detalhe, o importante é a sua representação e toda o carisma que lhe possamos atribuir. Transformar a realidade a partir do virtual e transformar o virtual a partir do real é esse o objetivo primordial do Virtualismo.
 A sensação que fica é de algo intemporal, isso faz com que nos deixemos seduzir pela virtualidade, alguns contextos só tem significado, num preciso momento no mundo virtual, realidades que se dissolvem no Virtualismo e se transformam noutras coisas, que sem serem novas, são diferentes, ganhando novos fundamentos, e objetivos, uma nova identidade, toda uma mudança, á velocidade dos megahertz, tudo em constante mutação, num ritmo frenético, imprevisível.
Os desejos e aspirações do mundo real são projetados no virtual, a banalidade e o vazio, os sentimentos que se esgotam no real estão a ser complementados no virtual.

In Virtualism I work the contours of the images, I do not dwell on the detail, the important thing is its representation and all the charisma that we can attribute to it. Transforming reality from the virtual and transforming the virtual from the real is the primary goal of Virtualism.
The feeling that remains is something timeless, this makes us allow ourselves to be seduced by virtuality, some contexts only have meaning, at a precise moment in the virtual world, realities that dissolve in Virtualism and become other things, which are not new, are different, gaining new foundations, and objectives, a new identity, a whole change, at the speed of the megahertz, everything in constant mutation, in a frenetic, unpredictable rhythm.

The desires and aspirations of the real world are projected in the virtual, the banality and the empty, the feelings that are exhausted in the real are being complemented in the virtual.

sábado, 9 de setembro de 2017

Virtualizing



Todos os anos e a cada dia as nossas florestas, campos e casas ardem, queimam sem compreensão. Perante a nossa indiferença fica a ausência de soluções. 
Consumindo assim uma parte de nos e das nossas consciências. E comprometendo o futuro!

Every year and every day our forests, fields and houses burn, burn without understanding. Faced with our indifference is the absence of solutions.
Thus consuming a part of ourselves and our consciences. And compromising the future!




No Virtualismo encontramos e compensamos o que no real se encontra cada vez mais distante!

In Virtualism we find and compensate for what in the real one is more and more distant!




O Virtualismo projeta múltiplas imagens, emoções e visões do virtual ao real.

Virtualism projects multiple images, emotions and visions from the virtual to the real.







No Virtualismo fica sempre a prova física da metamorfose.

In Virtualism there is always the physical proof of metamorphosis.




Virtual Lisbon




sábado, 4 de fevereiro de 2017

Vamos pintar a dor no Virtualismo




O livro é bilingue: Português e Inglês, elimina barreiras, e derruba muros, estende a compreensão e o entendimento, através do conceito e do espirito que se pretende edificar através de um novo conceito,  é um livro para pintar e comtemplar, para transformar, meditar e criar outras perspetivas e formas de estar. Foi desenvolvido e pensado através do Virtualismo, que permite juntar artes pessoas conceitos e valores.

The book is bilingual: Portuguese and English, eliminates barriers, and knocks down walls, extends understanding and understanding, through the concept and spirit that is intended to build through a new concept, is a book to paint and contemplate, to transform, meditate and create other perspectives and ways of being. It was developed and thought through Virtualism, which allows people to join arts concepts and values.



O Livro Já se encontra á venda,
pode o obter no link
abaixo:

sábado, 28 de maio de 2016

Smooth path



Num mundo pobre, eu tenho apenas meus sonhos, sendo assim sou menos pobre, que o mundo que os pisa, sem capacidade de acompanhar os passos, dos sonhadores.

In a poor world, I have only my dreams, so I am less poor, than the world that treads them, unable to follow the footsteps of the dreamers.



sábado, 23 de abril de 2016

A quimera da Lua




Prometem sonhos embrulhados em papel timbrado, casa, caros, tudo fácil, possível, permanente.
Basta cumprir as regras, fazer um jogo limpo, e é tudo seguro, aprazível, bons empregos, boas taxas de juros, em créditos facilitados à habitação, seguros e rentáveis investimentos, tudo à mão de semear, basta sonhar e investir, fazer mais um crédito e temos a lua a um preço faseado, possível de pagar ao longo dos anos, no esforço da nossa ambição e dos nossos desejos, e mais alguns créditos concedidos, na ganancia que nos iremos matar de alguma forma, para alcançar a tão almejada lua.
Apenas a lua se esqueceu de nós e de nossa ganancia e de nossos sonhos. Talvez pelo facto de termos perdido ou vendido a identidade, deixando de ser genuínos, humanos, criativos, passando a ser coisas, maquinas, organizações. A lua Esconde se e da se o eclipse lunar. E tudo aquilo que se prometia se eclipsa juntamente com ela, empregos, casas, segurança e sonhos. 

Aladin Van-Dúnem


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Offshores as ilhas dos medíocres




Fogem para offshores 2,3 milhões por dia. Em 2015 saíram de Portugal para paraísos fiscais 864 milhões de euros. E ainda à bem pouco tempo o governo Português, cortava em abonos de família, reformas mínimas, rsi, cortava em pobres que já pouco ou nada têm. Tudo em nome de uma crise, que se têm de pagar. 

Políticos de todos os quadrantes são amigos da banca, que sufoca todo o sistema mundial com crises, que tornam cada vez mais ricos os que arruínam a  terra. Guerras, crises, catástrofes, nada interessa se representar lucro. Vivemos entre duas realidades paralelas, a dos comuns mortais, que têm de pagar impostos cada vez mais altos e asfixiantes, auferindo compensações cada vez mais degradantes pelo valor do seu trabalho, que se vai tornando escasso. E a dos donos de tudo isto que nesta “feitiçaria” financeira fazem tudo para esconder, encobrir, lavar dinheiro, fugir a impostos, e inclusive financiar organizações mafiosas e terroristas. E assim terá de continuar para permanecerem donos e senhores deste Esclavagismo global.

 Isto já não é uma Democracia nem sequer é uma indecência é um perfeito crime institucionalizado e organizado.

Aladin Van-Dúnem

segunda-feira, 28 de março de 2016

Parte retirada do livro: Vamos pintar a dor no Virtualismo


Romper




Romper qualquer tipo de preconceito relativo a nós ou aos outros. Que nos impeça de dar um passo em frente, ajudar o próximo. Edificar o espírito, amar o feio. O preconceito a indiferença, com que começamos por fechar os olhos para o outro Continente, depois para o país ao lado, a seguir para o vizinho, finalmente a nós próprios. Preconceito, indiferença, distancia. São vencidas quando se gera algo proveitoso, ao nos ultrapassarmos de algum modo. Ao darmos de nós.

Pintar é libertar o espírito, uma cura para a mente. Pintando damos cor a nossa dor e a do próximo.
A Dor assim como o medo dissipa-se com a cor.

 Aladin Van-Dúnem


Virtualismo meu conceito de arte e vida



No “Virtualismo” recoloco a arte na devida concepção do momento. Ao dispor da comunidade, ao serviço do bem , e na dimensão da humanidade. Tenho de me situar como artista no centro das coisas e ir ao encontro delas, utilizar os meios e ferramentas, os recursos que disponho, poucos ou muitos. Ignorar a procura desenfreada de novas técnicas que não se estão a reflectir na forma positiva e evolutiva da vida. No “Virtualismo” a obra empresta seu poder ao digital, que a transforma, e expande, sem fronteiras, por milhões de terabytes, com metamorfoses multiplicas, por meio do vídeo da imagem digital da mensagem implícita ou não. A obra afirma sua intenção em diversos meios e materiais, tendo o artista hoje um poder à sua disposição como nunca possuiu.
 
No “Virtualismo” não importa os materiais, ou o espaço físico onde as obras se encontram, tão pouco se o publico avalia o trabalho como bom ou mau, belo ou feio, ou a obra como mais ou menos valiosa, mas sim o que o artista consegue atingir com a sua criação.

Tendo o artista um acesso ilimitado neste mundo de densa tecnologia de informação, passa a ser necessário um olhar atento aos conteúdos, as fontes, de forma a que a resposta seja selectiva, sem violência, sexo, ou ódio explícito, o “Virtualismo”. Deixa de fora tudo isso. Não existe espaço à ofensa ou à divisão, mas sim à coesão, e empatia. 

À procura selectiva do bem comum, na consciência plena de que nunca dispusemos de tantos meios ou informação como hoje, só que nunca fomos tão resignados e acomodados ao que nos oferecem, como somos presentemente. Somos, sem questionar, sem verificar, consumimos, sem limites, sem critério, nem medida.

Aqui explico em parte o Virtualismo, que será mais explanado no meu  novo livro a editar:  O Virtualismo e a Rota da Mudança.


Aladin Van-Dúnem

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Edição de livro




Em breve será editado meu livro:

 “Vamos pintar a dor no Virtualismo”

Aladin Van-Dúnem


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

A dor dissipa-se com as cores.



Perco-me no doce do tempo, nas plumas da noite, no embaraço da boca, no beijo tépido, no que fica do gemido, num único suspiro, no que fica por contar. No prazer que se estende pelo corpo e se acalma na concha da mão, no olhar que marca a mulher, na vida que foge, sem se gastar, no nada, no tudo, da beleza da palavra do pincel ao infinito.

Aladin Van-Dúnem

sábado, 24 de outubro de 2015

Tróia - 2014/2015
30*30 cm  Pastel,  acrílico sobre papel




Perfume - 1993
A4. Pastel, tinta da china, acrílico sobre papel





Mar - 1998
 A4. Guache e acrílico sobre cartão




Pouco ou nada hoje se acrescenta de novo. Um detalhe, um pormenor. Muitas técnicas e estilos se desenvolveram e longe se chegou na descoberta a nível: artístico, tecnológico. Penso que tanto uma coisa como outra se esbarra agora no frio de tudo estar previamente projectado, definido num tempo em que iluminados, artistas, pensadores, deram seu contributo para este “Admirável Mundo Novo” que tanto têm para ostentar e desfrutar, e tão pouco põe á disposição do bem comum. Assim sendo. Na minha forma de ser, coloco á frente da técnica, estilo ou belo. O conceito e a mensagem. Uma mensagem de unificação que ultrapasse tempos e sare feridas em nós, e dos que de nós não se despediram em paz. Reencontre e aproxime pessoas, desenvolva linhas, fios de sentimento. Nos traga paz e em linha a outros. O estilo é cada vez mais meu, assim como a criatividade de mim indissociável, mas é a mensagem de unificação e reencontro entre homens e o que o homem toca que pretendo passar. Esta explícita em determinado contexto nos meus trabalhos debaixo do tema: Simetria oculta do amor, da Redenção, em que começo a viajem ao Éden, jardim idílico na intenção de me resolver com nossos ancestrais  ligando alguns fios soltos há milénios atrás, percebendo onde foi parar a humanidade que leva o homem a olhar para seu irmão com a mesma indiferença que dá ao lixo, como se demonstra bem explicito no presente drama dos refugiados. Assim como noutra direcção o Furacão foca  o que de mais nocivo o homem faz á natureza, e por consequência  obtêm dela o pior como resposta. Em tons suaves, a dor dissipa-se com as cores, mas a mensagem passa e o furacão esta lá em toda a sua verberação até ao seu próximo grito caso não o escutemos.  Cor, traço, plástico, digital e tecnológico, tenho o que muitos atrás não dispunham esta incrível complexidade entre matéria, sentimentos, pessoas, podendo hoje comunicar a milhões o que de novo desponta através de toda esta interacção entre mim e vós.



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Simetria oculta do amor Eden




Adão e Eva da Terra ao Cosmos num tempo que pinto aqui.

Desejo ter a mulher da pele ao seio. No seio agarra-la dentro de mim. Em suas mãos afagar minha dor. Sentir o arrepio no seu olhar. E da volúpia pedir um beijo e do beijo enxugar lágrimas e da lágrima contar um segredo e no segredo levar uma promessa e na promessa encher o coração e o sonho.

Aladin Van-Dúnem

quinta-feira, 9 de julho de 2015




Ligo a TV e deparo-me com um tipo a impingir um produto qualquer, diz que como cereja no topo do produto está um premio de mil euros. Não consigo entender como se gasta tanto tempo com tanto lixo. Prefiro agarrar momentos em que o tempo para, levo minha cadela a passear confiro-lhe personalidade, identidade a medida do que merece e é bem mais que muita gente. Num trato igual que ela tão bem entende, o que torna cada passeio nosso único, e cada momento exclusivo. Isto tanto para mim como para ela vale bem mais que os mil euros, ou os “N” produtos que se empilham nestes mercados perdidos no tempo de quem ainda tem  tempo a perder.

Aladin Van-Dunem

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Terra cósmica

Vivemos em plena agitação cósmica e planetária. Tudo se abate sobre nós, um luminoso e fantástico ponto no cosmos. Está agora em combustão com nossos: medos e conceitos deformados, a partir do que entendemos como certo  e nos leva a aparente civilidade da loucura… Deslizamos sem rumo ou freio num cosmos imenso. É uma vertigem sem tempo, feita de estrelas, misturadas com guerras e gritos aqui da terra.



Deus criou. O homem reproduz. Eu observo e aprendo. Porém como tudo provém por intermédio da palavra. E a palavra é: amor. Quando produzo é em pleno acto de amor. 

Aladin Van-Dúnem

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Quem habita o céu?








O pássaro morre ao nascer o dia, morre sem pedir licença, tão pouco agradece ter sido salvo no dia anterior, toda a brevidade de sua existência tocou-me mais que perde-lo. A forma inesperada da morte prende-se a seus olhos negros, os meus contemplam o que resta de vida nele, o peso e a fragrância da vida ainda pairam em minhas mãos, faço uma oração na minha língua pura para o deixar partir. 

Aladin Van-Dúnem







terça-feira, 19 de maio de 2015

Quem habita o lago?




A areia escorrega ligeira entre dedos, aquela sensação genuína e única, presa à infância de quando nos embrulhamos na areia e não temos de justificar nossa existência a ninguém.
Escrevo entre migalhas, escrevo sempre que pressinto perder algo. 
Escuto uma sinfonia de:  Mozart e penso: as grandes obras
 fazem-nos sentir o cheiro e força do mar, a vida que se agita nos campos, as cachoeiras a perder de vista, o cipreste gigante, a tâmara e a frescura do primeiro amor. Só elas se eternizam no tempo pois permanecem subtilmente enlaçadas em nossas mais intimas emoções...
Por vezes está tudo tão desarrumado, desalinhado, que nos prendemos a qualquer fio de pensamento só para nos situarmos. Está tudo tão solto, tão despegado e distante que nos sentimos cheios de nada que nos pertença, cheios de tralha, pesados de coisas que teimamos em transportar por vezes para nada.

Aladin Van-Dúnem


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Sentimentos




A dor fica de fora e disto gosto deste velejar sereno entre sensações e sentimentos. De sentir o poder, de me distanciar em tudo, tocar e mudar tudo.

Aladin Van-Dúnem

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014